sábado, 27 de dezembro de 2008

Guião da Reportagem ciberjornalística

1. Repórteres:
Andreia Isabel Pereira, Bruno Simões e Cláudia Carvalho.

2. Editoria:
Andreia Isabel Pereira, Bruno Simões e Cláudia Carvalho.

3. Assunto:
No nosso trabalho, iremos falar da Passagem de Ano. Isto é, iremos abordar de que forma a crise afecta a Passagem de Ano dos cidadãos comuns. Com o objectivo ainda de confrontar três formas diferentes de passar o ano, nomeadamente, uma em casa no seio familiar, outra no contexto social de sempre (o café de todos os dias) e, por fim, uma fora do país, em Inglaterra.

4. Enfoque:
Como foi dito anteriormente, pretendemos mostrar três formas diferentes de se festejar a passagem de ano, tendo em conta ainda a crise financeira que se tem feito sentir.

5. Informações preliminares:

a) As opções de cada pessoa para a passagem do ano são cada vez mais diversificadas. A Passagem de ano tem o mesmo significado para todos e o que a torna diferente é o local onde a passamos e as pessoas com quem partilhamos esse momento. É também esse um dos objectivos do trabalho, mostrar de que forma é que os locais e as pessoas têm influência na vivência de determinados momentos.

b) Vamos recolher pontos de vista e opiniões de pessoas comuns.

c) É muito frequente vermos os meios de comunicação social tratar estes temas, onde falam nos diferentes locais escolhidos pelos portugueses para a passagem do ano. No entanto, a nossa reportagem vai diferenciar-se do já abordado pelos órgãos de comunicação visto que para além de utilizarmos diferentes recursos multimédia para alar do mesmo assunto, vamos tratá-lo de uma perspectiva diferente e tentar estabelecer um paralelo entre as diferentes formas de passar esta época festiva.

6. Questões Importantes:
Tendo em conta que nos encontramos numa época festiva e que a Passagem de Ano está a chegar, achamos que a nossa reportagem é pertinente por isso.

7. Fontes:
Pessoas comuns que estejam a comemorar a passagem de ano.

8. Recursos Multimédia:
Na nossa reportagem usaremos:

a) Texto – Será a noticia, a nossa reportagem

b) Áudio – Entrevistas áudios complementares ao texto

c) Vídeo – Uma reportagem vídeo de uma das situações, ainda a definir

d) Imagens (fotos, slideshow) – Para mostrar as diferentes passagens de ano

Os Jornais Online: visão de futuro



Será que a internet é mesmo o futuro de todos os meios de comunicação?

O investigador e docente da Universidade do Minho, Luís Santos, deu-nos algumas respostas visto que seguiu de perto a redacção online do Jornal de Notícias desde Maio de 2007.

Mas para o investigador o futuro é incerto e a informação e comunicação vão com certeza alterar o funcionamento das estruturas tradicionais.

Durante os meses de pesquisa sobre esta nova realidade Luís Santos constata que O Jornal de Notícias foi o primeiro jornal português a apostar nas edições online, e também um dos primeiros do Mundo.

Luís Santos adiantou também que o jornalista tende a ser cada vez mais multifacetado, desempenha várias tarefas dentro de uma redacção e no JN online os seis jornalistas que o compunham poderiam editar, filmar, fotografar e escrever, tudo ao mesmo tempo.
Estas parecem ser algumas das exigências do mundo actual.


Outras visões

Os jornais do futuro vão integrar as redacções do papel e do multimédia, vão tender a ser gratuitos, estar no online e a albergar mais espaço para a opinião.Esta é também a visão de 704 responsáveis editoriais de todo o mundo, segundo o estudo Newsroom Barometer, parte do trabalho mais alargado Trends in Newsrooms 2008.

Foi realizado em Março com dados da Zogby International para o World Editors Forum (organização da World Association of Newspapers) e Thomson Reuters, as conclusões foram ontem antecipadas numa conferência em Londres. O trabalho global estará disponível em Junho.
Os dados do barómetro mostram que a disputa de edições em papel com a Internet pode passar pela gratuitidade e maior aposta na opinião. Para cerca de metade dos editores, a qualidade do jornalismo vai crescer nos próximos 10 anos mas, para 25%, vai piorar.A adaptação ao mundo digital é necessária e continuam optimistas quanto ao sucesso das suas publicações.

- 44% aposta que o online será a plataforma mais usada para ler jornais
- 12% e 7% acreditam ser, respectivamente, o telemóvel ou um aparelho electrónico (e-paper)
- 86% aponta para uma maior integração entre redacções do online e do papel e quase a mesma percentagem antecipa que o jornalista escreverá para vários suportes.
- 56% dos inquiridos afirma que os jornais tendem a ser gratuitos - no sentido de serem pagos pela publicidade.
No lado das soluções imediatas, muitos acreditam que funções tradicionais das redacções serão realizadas em outsourcing apesar da "frequente oposição" nas mesmas. 35% dos editores coloca a prioridade na formação de jornalistas para os novos media e ter mais qualidade editorial enquanto um terço deseja contratar mais jornalistas (só 22% em 2007 partilhava desta opinião).

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

"Função do jornalista vai-se alterar" - entrevista a Paulo Ranieri


Paulo Ranieiri, mestrando e investigador da Universidade do Minho na área de novas tecnologias aplicadas ao jornalismo contemporâneo, deu uma aula, no passado dia 4 de Dezembro, a propósito da Infografia digital. No final, em entrevista aos alunos, revelou: "Não sei qual será o futuro do jornalismo". Ainda assim, acredita que este não vai acabar; ao invés, vai assistir a uma redefinição da "função do jornalista", devido às novas ferramentas tecnológicas que se colocam ao serviço dos jornalistas.

O jornalista falou da importância que a infografia conquistou dentro do ciberjornalismo, sendo já considerada um género jornalístico, e deu alguns exemplos de infografias utilizadas, actualmente, pelos jornais.


Clique no botão "Play", em cima, para ouvir um resumo da entrevista de Ranieri, com as declarações mais importantes.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Análise do site do semanário SOL

Este portal é claramente diferente da generalidade dos sites de jornais portugueses e estrangeiros. Para além de apresentar um grafismo bastante inovador, com cores vivas, apresenta ainda uma barra de botões, do lado esquerdo, que faz lembrar uma pasta com vários separadores.

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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Moda na UM: Casacos são peça indispensável



No Inverno, as preferências estilísticas dos estudantes da Universidade do Minho não seguem as tendências da moda. Numa rápida pesquisa feita no campus de Gualtar, percebe-se que, quando chega o frio, o importante é estar aconchegado, e não bonito. Os casacos são, assim, a peça a que mais alunos recorrem para se manterem protegidos do frio. Os feitios e padrões são diversos, mas o que importa mesmo é que sejam quentes: a maioria dos estudantes não gosta de usar muita roupa, daí que um casaco quente seja a melhor alternativa. O slideshow acima reflecte essa tendência.

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

EDP lucra 1/6 do total de electricidade

A Energia Em Portugal
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O consumo de energia em Portugal é contabilizado no site Por7ugal em Números. Entre os vários dados disponibilizados, o mais importante é o facto de que a EDP cobra apenas 1/6 do total de electricidade produzida no país. O consumo doméstico representa 1/4 do consumo total de energia; assim, não deixa de ser curioso que a empresa eléctrica portuguesa apenas fique com uma parte tão pequena das receitas.